Porto, 19 de Janeiro de 2012
Exmo. Sr.:
Professor Eugénio Fonseca
Digníssimo presidente da
Confederação Portuguesa do Voluntariado
Lisboa
Na pessoa de V. Ex.ª e em tempo que é de festa, queira aceitar a minha saudação. Ela que é extensiva aos demais membros dos Órgãos Sociais, a todas as Organizações associadas e aos amigos da Confederação Portuguesa do Voluntariado.
A prática do Voluntariado é a mais completa, e também a mais bela, maneira de participar na vida da sociedade a favor dos cidadãos e das comunidades, independentemente do modo organizativo que a estrutura e enquadra, porque é solidária e visa o amor, e não o lucro.
Sem a pro-atividade e o empreendorismo de milhares de cidadãos e de Organizações do Movimento Associativo e do Voluntariado, cujos impactos positivos são visíveis e muitas vezes indeléveis, Portugal seria muito pobre. Digamos que seria mesmo incapacitado para a promoção do bem-estar e da qualidade de vida das pessoas, em direcção ao desenvolvimento equilibrado e sustentável, à felicidade.
O tempo pode ser de austeridade, de refrear alguns comportamentos pessoais e organizacionais, mas nunca deixará de ser um tempo que apesar de ser de mudança é também e sobretudo de esperança optimista e positiva. Prova disso é o “non-stop” do Movimento Associativo e do Voluntariado. Dando mais passos à frente ou algum atrás, nada nem ninguém pára o sector que se caracteriza pela vontade, pela gratuidade, pela competência, pelo compromisso e claramente pela disponibilidade e solicitude para o serviço.
A Federação Nacional de Voluntariado em Saúde deseja que a Confederação Portuguesa do Voluntariado tenha vida longa e profícua. A sua existência e desempenho, são garante do exercício efectivo da representação da Sociedade Civil ao mais alto nível, como lhe deve competir, valorizando assim o Movimento Associativo e o Voluntariado em Portugal.
Bem-haja, Confederação Portuguesa do Voluntariado!
Melhores cumprimentos,
João António Pereira – Presidente